Soluções para a saúde
Onde aplicamos este conhecimento.
Áreas do hospital onde a operação, a tecnologia e os dados têm impacto mais direto no custo, na segurança e no trabalho das equipas de cuidados.
Logística Hospitalar
Modelos de abastecimento de ponta a ponta, do armazém central ao ponto de cuidados.
02 / 08Armazenamento Inteligente
Armazenamento que sabe o que contém e sinaliza aquilo de que precisa.
03 / 08RFID e Rastreabilidade
Identificação automática dos produtos, desde a entrada no hospital até à utilização.
04 / 08Dispositivos Médicos de Alto Valor
Controlo de implantes e dispositivos de custo elevado, incluindo material em consignação.
05 / 08Material Cirúrgico
Abastecimento do bloco operatório alinhado com a programação e os procedimentos.
06 / 08Dados e Analítica
Indicadores operacionais e análises que apoiam as decisões de gestão.
07 / 08Fluxos Digitais
Processos sem papel para pedidos, entrada de material, reposição e utilização.
08 / 08Transformação Hospitalar
Programas que combinam mudança organizacional, de processos e tecnológica.
O hospital, área a área
Cada área tem a sua própria realidade logística.
Selecione uma área do hospital para ver a situação habitual e o que muda.
Bloco operatório
O material tem de estar pronto antes do início de cada procedimento. Os implantes e o material em consignação têm de ficar rastreados até ao doente, sob pressão de tempo e sem atrasar a equipa.
O que muda- O material está pronto antes do início de cada procedimento
- Implantes e material em consignação rastreados até ao doente
- A equipa trabalha sem passos adicionais
Unidades de internamento
A enfermagem verifica o stock, faz pedidos urgentes e pede material emprestado a outras unidades. Cada armazém de piso guarda um pouco a mais, por precaução, e ninguém tem a visão de conjunto.
O que muda- Cada armazém de piso tem o que a unidade precisa
- A reposição chega antes de o material faltar
- A enfermagem dedica menos tempo ao stock
Bloco operatório
O material tem de estar pronto antes do início de cada procedimento. Os implantes e o material em consignação têm de ficar rastreados até ao doente, sob pressão de tempo e sem atrasar a equipa.
O que muda- O material está pronto antes do início de cada procedimento
- Implantes e material em consignação rastreados até ao doente
- A equipa trabalha sem passos adicionais
Salas de intervenção
A hemodinâmica e a radiologia de intervenção utilizam dispositivos de alto valor com muitas referências, muitas vezes em consignação de vários fornecedores. Conciliar o que foi utilizado com o que deve ser faturado leva tempo.
O que muda- Cada dispositivo de alto valor fica identificado
- O que foi utilizado coincide com o que é faturado
- O UDI é registado onde o dispositivo é utilizado
Farmácia
A farmácia partilha com a logística necessidades de armazenamento, encomenda e rastreabilidade, sob regulamentação própria. Quando os circuitos não estão coordenados, o trabalho duplica-se e perde-se visibilidade.
O que muda- Farmácia e logística trabalham com a mesma informação
- Rastreabilidade onde o produto a exige
- Indicadores partilhados para decisões conjuntas
Direção e compras
As decisões de compras, stock e custos são tomadas com dados dispersos por vários sistemas, que chegam muitas vezes tarde e são difíceis de comparar entre unidades.
O que muda- Uma visão partilhada dos indicadores logísticos
- Consumo e custo por unidade e por procedimento
- Comparação entre unidades para identificar melhorias
Armazém central
Os pedidos chegam de dezenas de unidades, cada uma com o seu critério. O armazém prepara o que é pedido, não o que é consumido, e tem pouca visibilidade sobre o stock que já existe nas unidades.
O que muda- A distribuição acompanha o consumo real de cada unidade
- Cada unidade sabe com que nível de serviço pode contar
- O stock é visível do armazém até ao ponto de utilização